II - Por mais esclarecidos que sejamos, nunca devemos julgar das coisas divinas por vistas humanas; mas devemos submeter sempre o nosso juízo aos princípios da fé e á autoridade da Igreja, não sendo justo que as coisas certas sejam reguladas pelas que são duvidosas, e sendo, ao contrário, razoável que as coisas duvidosas se decidam pelas que são certas.

Nenhum comentário:
Postar um comentário